Atualizações

Acesse www.desenhodesociedade.com.br/dagentequefaz e saiba mais das pessoas que fazem o projeto.

domingo, 22 de julho de 2012

Em setembro, nossas conversas serão sobre:

                     Mais no <http://www.desenhodesociedade.com.br/index_arquivos/detalhes_details_detalles.htm>

sábado, 17 de março de 2012

sábado, 26 de novembro de 2011

Qual é o seu programa?

Em novembro, o nosso convite foi

Então, evidenciamos nossas relações sendo desenhadas em língua

e compusemos que programa somos nós, estruturalmente determinados por nossa biologia e história usando a nossa capacidade de associações livres para gerar alternativas no tempo e no espaço em que coordenamos a nossa existência com as demais - em língua. E... não só.


Sábado à tarde, em uma hora e meia de experimentação por novas formas de convívio social, que satisfaçam cada eu - em indivíduo e conjunto - que o compõe... E que sejam orientadas pela emoção "amor"...  Até 2012!

domingo, 30 de outubro de 2011

Ser humano e Transformação Social - um modo de pensar de terceiro milênio

Dr. Augusto Cezar Moreira Tralli, membro fundador da Associação de Bio Cibernética Bucal, iniciou o encontro falando que cada ser vivo tem a sua programação. A do ser humano é 33 - 33 vértebras na coluna, 32 dentes na boca, mais um "dentinho" fazendo a ligação da coluna com a cabeça. A programação determina a estrutura do ser vivo, cujo desenho já traz o "para que" de ele estar no mundo. A estrutura de gente tem língua, que quando bem acomodada na boca, permite o ar chegar ao cérebro sem grandes obstáculos. Ar desobstruído no cérebro é capacidade do uso máximo da cognição. E o uso máximo da cognição é, potencialmente, gerar conhecimento que permita à gente trazer satisfação para si - para nós. Satisfação é o sabor que cada ser humano tem ao realizar experiências. Pois é, estamos na vida para isso: realizar experiências e Conversas para um Desenho de Sociedade é um laboratório vivo que resiste à ideia generalizada e atual de que vida é para acertar sempre e de que os especialistas temos as respostas certas e prontas. Temos orientações para guiar o que cada ser humano quer nos seus espaços de convívio e é importante que cada ser humano diga o que quer - participe - para guiar as ações dos especialistas. Conhecimento só tem valor dentro de propósitos e esses estão regados de valores. E são os valores que respondem se o que construímos já, todos os dias, é desejável de continuar a ser construído. Nosso convidado do mês de outubro fez não só uma leitura sistêmica de gente em sociedade - segundo a sua especialização - como também abriu trilhas a reflexões profundas. Foi uma palestra de gerar muitas conversas!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Dialética e Pensamento

Falando em Dialética, qualificamos contradição coisas assim: o conceito de "realidade" é aceito quando oprime os que nele acreditam, mas não é aceito quando mostra opressores aqueles que nele acreditam. Por exemplo? Os que tomam o modo de produção atual como "realidade" (trabalhar, ganhar dinheiro, satisfazer necessidades), não tomam os efeitos do modo de produção como "realidade" (poucos tendo muito muito, muitos tendo muito pouco). Esses efeitos são a condição do sistema de produção atual. E aí, a confusão: acham que contexto social pode ser resolvido pela experiência individual e "fazem a sua parte!". Outro exemplo? Poder viajar para um país subdensenvolvido porque é baratinho e viver como rei (ou rainha). Sim, tratam todo mundo muito bem (sua parte!)... E os locais continuam não tendo acesso ao bem-estar que os viajantes têm (contexto social)... Não têm dentes na boca, não têm educação de qualidade, não têm acesso à saúde... Um jeito de resolver a contradição é o país baratinho deixar de sê-lo. Mas aí os viajantes perderiam seu "privilégio"! Hum... A solução do problema seria então que o "privilégio" se tornasse "benefício", ou seja, passar de bem-estar para alguns para bem-estar para todos... Aqui entra o pensamento: jeito de pensar. Quais são os paradigmas que orientam que o que é pensado por nós seja pensado assim? Hoje - os mesmos que orientam a ideia de realidade objetiva... Esses paradigmas, sim, estamos interessadas em mudar. Para que? Criar novas orientações para o desenho de uma vida social mais satisfatória para todos...Ah, e nada errado com o fazer a própria parte: apenas não é suficiente e se a ela juntarmos a mobilização, então, sim, muito pode e já é feito... Pois é, a conversa de 24 de setembro foi intensa. E não fechou...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Performance civil

Fazendo o que a gente faz a gente cria - juntos (por isso nem sempre evidente) o que a gente quer. Mas será que a gente faz o que a gente faz orientado mesmo pelo que a gente quer? E será que o que a gente quer é desejável? Bom, agosto foi mês disso: pensar em coerências.

Cibernética

O pensar sistêmico é convite a um novo pressuposto em vida... O nosso convite em julho foi conversar sobre isso: